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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Inspiration. Nossa... veio do nada e.e''

Pois é, não sei vocês, mas a minha inspiração não vem quando eu quero ¬¬'
E não é só inspiração literária ou criativa. As vezes me da aquela vontade louca de arrumar a casa ou de estudar por livre e espontânea vontade, o que normalmente eu me obrigo a fazer xD.
Ontem mesmo estava passando uma reportagem sobre traição na TV e na mesma hora me deu vontade de escreve uma cena de traição. E nesse momento se eu não anotar a idéia eu vou acabar esquecendo. Sim, eu sou muito esquecida. Então como o PC tava ligado eu aproveitei e escrevi direito no word.
É como se o botãozinho de inspiração na minha cabeça estive-se com mal-contato ou que simplesmente tivesse vontade própria. Eu acredito mais na segunda opção e.e
Sim porque quando eu termino de escrever/desenhar/ou seja lá o que for e vejo quando ficou pronto não parece que fui eu que fiz xD
Meu irmão ja me disse que quando ele lê as minha histórias ele imagina a narradora como uma personagem a parte apesar dessa não ser a minha intenção xD


Anyway postarei o pequeno texto que escrevi ontem =D

Traição


Ela os avistou. Não podia acreditar naquilo. Por um momento sua respiração parou, ela pode ouvir seu coração, cada batida ecoava em sua cabeça. Os dois na sua frente se beijaram apaixonadamente, ela não conseguia encarar a garota só conseguiu ver a cor de seus cabelos. Loiro, lisos e compridos. Ela respirou fundo e retomou o controle. Aproximou-se passo a passo até a mesa deles.

  
-Com licença. -Ela disse fria. Ele se virou atômico ao reconhecer aquela voz.


-Ah! Não! Não é o que parece! Deixa eu explicar! E que...  – Ela o interrompeu quando o encarou nos olhos. Ele não conseguiu dizer mais nada.


 -Está tudo terminado. – Sua voz soava com uma frieza que ele jamais ouvira dela. Aquele tom calmo e baixo fazia com que a tensão fica-se ainda maior. Ela se virou e começou a ir em direção da saída.


Ele não conseguia se mexer. Como ela consegue transmitir aquela aura dizendo tão poucas palavras. Ele pensava consigo, bom sempre foi assim. Ela nunca foi de falar muito, mas quando falava com ele não conseguia interrompê-la.


A cena estava voltada apenas para os dois, não tinha mais ninguém no local. Ele estava a vendo ir embora e não conseguia fazer nada, ele estava errado e sabia disso.


Ela continuou caminhando devagar até a saída, sua vontade era de sumir dali, sair correndo, ser dragada pelo chão. Mas continuou caminhando devagar. Seu peito doía profundamente, ela respirava com dificuldade, mas ela não demonstrava, seu rosto sério e frio continuava encarando a saída, o único e pequeno escape que ela tinha pra sua dor naquele momento era a força que fazia segurando fortemente a alça de sua bolsa.


Estava tudo terminado.

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